Startup é um termo em inglês usado para definir as empresas que ainda são jovens ou recém-criadas e apresentam grandes possibilidades de crescimento através de um modelo de negócios repetível e escalável, em cenário de incertezas e soluções a serem desenvolvidas. Embora não se limite apenas a negócios digitais, uma startup necessita de inovação constante para não ser considerada uma empresa de modelo tradicional que conhecemos.

Outra constatação também que a grande maioria das startups são comandadas pela geração Y, conhecida como geração do milênio, geração da internet, ou milênicos (do inglês: Millennials) que é um conceito em sociologia que se refere aos nascidos no início da década de 1980 até 1995, sendo que ainda alguns autores falam até o ano 2000.

A geração dos Millennials, seu comportamento e padrão de consumo, é pauta de discussão em todos os meios, seja na psicologia, marketing, gestão de equipe ou vendas, e claro que também na área de gestão de pessoas, sendo que é cada vez mais é necessário atualizar nossos conhecimentos para acompanhar essa renovação que está acontecendo no mundo dos negócios com esta nova geração.

A geração Y constitui um grande pedaço da população mundial. Estima-se que 25% da população dos Estados Unidos, por exemplo, é composta por millennials. Isso representa um mercado consumidor enorme para todas as áreas e a necessidade imperiosa das empresas de se adaptarem aos padrões de comportamento desse público.

Quando falamos de Plano de Cargos e Salários para essa geração do millennials normalmente eles torcem o nariz, já que eles têm outras aspirações em termos de carreira e nos aspectos remuneratórios e de recompensas, e dessa forma, os Planos têm que ter desenho flexível, inovativo, desafiador e trilhas de carreiras escaláveis.

É claro que os Planos de Carreiras tradicionais também têm essa “pegada”, mas quando nos deparamos com as STARTUPS precisamos sim, de um algo a mais para desenhar os Planos, especialmente porque normalmente as startups a maioria das vezes nem possuem organograma e são mais estruturas planas, fluídas, enxutas e com poucos níveis de liderança, e muitas vezes, com modelo de “adocracia” que é um sistema temporário variável e adaptativo, organizando em torno de problemas a serem resolvidos por um determinado grupo de pessoas (trabalho em equipe) com competências, habilidades e especialidades diversas e complementares. Constitui-se em uma opção a tradicional departamentalização. O termo teve origem nas “forças-tarefas” (task-forces) militares para enfrentar situações de forma rápida.

Alvin Toffler (um dos pais do termo “adocracia”, sendo que o outro é também o guru Warren Bennis) estabeleceu que no futuro (hoje é o futuro) a sociedade será extremamente dinâmica e mutável e que as organizações que quiserem sobreviver terão que ser inovadoras, temporárias, orgânicas e antiburocráticas.

Assim pensar fora da caixa, entender a fundo a modelo de negócio, verificar as possíveis trilhas de crescimento do próprio negócio e seu mercado de atuação, a estrutura orgânica da empresa etc., sendo que a partir dessas premissas e outras que utilizamos em nossos diagnósticos teremos condições de construir um modelo de cargos, carreiras e salários sob medida e que melhor se “encaixa” as aspirações de seus colaboradores e do negócio.

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